A Comissão Europeia publicou uma proposta de recomendação do Conselho relativa à aprendizagem para a sustentabilidade ambiental.

A proposta visa ajudar os Estados-Membros, as escolas, as instituições de ensino superior, as organizações não governamentais e todos os prestadores de ensino a dotar quem frequenta essas instituições de conhecimentos e competências em matéria de sustentabilidade, alterações climáticas e ambiente.

” Trata-se de mais um passo para melhorar a integração da sustentabilidade na educação” – Margaritis Schinas, vice-presidente responsável pela Promoção do Modo de Vida Europeu

Mariya Gabriel, comissária responsável pela Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, entende que este trabalho em toda a Europa irá “ajudar as crianças, os jovens e os adultos a conhecerem e a participarem nas questões relacionadas com as alterações climáticas, a biodiversidade e a sustentabilidade”.

Para Mariya Gabriel, “o nosso objetivo é desenvolver estes esforços e trabalhar estreitamente com os Estados-Membros para colocar a sustentabilidade no centro dos sistemas de educação e de formação. Quem aprende, desde as primeiras fases da vida, necessitam de oportunidades para compreender e agir no domínio da sustentabilidade ambiental, a fim de proteger o nosso planeta e o nosso futuro”.

O programa Erasmus+ para 2021-2027 também coloca uma forte ênfase na transição ecológica no âmbito do ensino e da formação. No programa de trabalho anual de 2022, será dada prioridade a projetos que desenvolvam competências e aptidões ecológicas, a programas curriculares orientados para o futuro e a abordagens planeadas para a sustentabilidade por parte dos prestadores de ensino.

A Comissão também facultará oportunidades de formação e comunidades de prática aos educadores, através das plataformas School Education Gateway e eTwinning. O novo portal do Espaço Europeu da Educação da Comissão da Comissão permite um acesso fácil às informações sobre educação e formação na UE, incluindo informações específicas sobre educação ecológica.

A proposta da Comissão será agora debatida pelos Estados-Membros e, em seguida, adotada pelos ministros da educação da UE.

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