Depois de desenvolver clusters no Brasil em Serra Branca (potencial de 2,4 gigawatts, no estado do Rio Grande do Norte) e Canudos (potencial de mais de 1 gigawatt, na Bahia), a Voltalia está a desenvolver Arinos, um novo cluster com potencial superior a 1,5 gigawatts, desta vez localizado no sudeste do país.

Os parceiros, com os quais a Voltalia tem vindo a firmar parcerias, entre as quais a CTG Brasil, irão comprar uma parte significativa dos locais solares no cluster Arinos assim que a fase de desenvolvimento de cada local for concluída e, portanto, pouco antes do início da construção.

O desenvolvimento de grandes clusters de projetos permite o agrupamento de infraestrutura, redes de conexão e manutenção.

Como em cada um dos clusters de projetos desenvolvidos no Brasil (Serra Branca, Canudos e agora Arinos), a Voltalia garante um impacto positivo do projeto no meio ambiente e nas comunidades vizinhas, através do uso de mão de obra local.

A Voltalia refere que continuará a expandir-se no Brasil com um pipeline de 5,1 gigawatts de futuros projetos em desenvolvimento.

A empresa destaca o facto de colocar o desenvolvimento de projetos renováveis ​​no centro de seu DNA. “As equipas estão envolvidas em todas as etapas do desenvolvimento do projeto, desde a avaliação do potencial e a obtenção dos melhores locais, até qo lançamento da construção, uma vez obtidas as licenças e autorizações necessárias. O objetivo é selecionar os melhores locais de produção de eletricidade para desenvolvimento. Desde a sua criação, a Voltalia já vendeu cerca de metade dos projetos desenvolvidos”, informa a empresa.

Encyclopædia Britannica, Inc.

“Com o lançamento do cluster Arinos, a Voltalia confirmou a sua capacidade de realizar projetos de grande escala no Brasil como produtora e prestadora de serviços de energia. Há quase dez anos, desenvolvemos com sucesso esses grandes clusters eólicos e solares para produzir energia renovável acessível ao maior número de pessoas, um objetivo que está no centro dq nossa missão”, diz Sébastien Clerc, CEO da Voltalia.

Voltalia no Brasil

A Voltalia tem uma presença significativa no Brasil com projetos eólicos, solares, hídricos e híbridos em vários locais: o parque eólico SMG no estado do Rio Grande do Norte (108 megawatts, em operação); os projetos híbridos Oiapoque no estado do Amapá (23,5 megawatts, dos quais 7,5 megawatts em construção); o projeto hidroelétrico de Cabuí, no estado de Minas Gerais (16 megawatts, contrato garantido em 2019); o parque eólico Canudos 1, na Bahia (99 megawatts em construção); e o grande cluster eólico e solar Serra Branca, no estado do Rio Grande do Norte (688 megawatts de fábricas eólicas e solares em operação, mais 517 megawatts de capacidade solar em construção).

A Voltalia também é prestadora de serviços para clientes terceiros no Brasil. A Voltalia desenvolve centrais para venda a terceiros. Ao mesmo tempo, a Voltalia presta serviços de construção e manutenção de instalações de terceiros.

Finalmente, através de sua subsidiária Helexia, o Grupo atua na produção descentralizada. No Brasil, a Helexia está a construir atualmente 29 unidades solares para um total de 87 megawatts nos estados do Amazonas, Rondônia, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, cuja eletricidade será vendida ao seu cliente Telefonica / Vivo.

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