A ministra da Coesão Territorial entende que o caminho que Portugal terá de percorrer a nível da energia passa por aumentar a produção e a oferta do fornecimento a partir de fontes não poluentes.

No contexto de uma visita a uma empresa de metalomecânica, no distrito de Coimbra, Ana Abrunhosa referiu, em declarações reproduzidas pela agência Lusa, que, “além dos apoios diretos, o caminho para as empresas vai ter de ser mesmo o de aumentar a oferta de energia limpa. Todos os apoios que temos no Plano de Recuperação e Resiliência e Portugal 2030 vão nesse sentido”.

A governante sublinha que este é “o único caminho que existe, sob pena de o país ficar dependente de países cuja geopolítica é instável”.

A agência Lusa refere ainda que a ministra da Coesão Territorial elogiou o facto de que, nos últimos tempos, a produção de energia elétrica limpa ter vindo a aumentar no país, “com a vantagem de os territórios do interior serem os mais adequados para produzir energia a partir de fontes limpas”.

“Essa é também uma grande oportunidade para estes territórios do interior, onde temos solo e recursos disponíveis para produzirmos energia a partir de fontes limpas, porque não há pacote que apoie se não fizermos o caminho de produzir energia de fontes renováveis”, destacou.

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