Com o aumento exponencial do e-commerce está a nascer a nova era do embalamento sustentável, mercado no qual a Volt-e acaba de entrar com o recente investimento numa unidade de produção de máquinas de produção de almofadas de ar em plástico 100% reciclável, com a missão de tornar as empresas portuguesas mais verdes, ecologicamente responsáveis e autossuficientes.

De ‘Charging your future’ a ‘Recycling your future’

 “Como uma empresa com forte missão ecológica, temos como ambição incentivar as empresas e os empresários a tomarem decisões conscientes”, admite Júnior Braga, CEO da Volt-e. Foi assim que, dos carregadores elétricos, a Volt-e evoluiu para uma nova área de negócio, também ela amiga do ambiente.

No recém adquirido laboratório de inovação desta empresa de Braga começam agora a produzir-se as primeiras máquinas. “Estamos num mercado altamente digitalizado onde o e-commerce assume uma enorme fatia nos negócios. Tentámos perceber de que forma poderiam as empresas embalar os seus produtos de forma mais rápida, com um custo menor, reduzindo a pegada ambiental. Acreditamos que esta é uma área com futuro e por isso decidimos criar uma empresa dentro do grupo dedicada ao desenvolvimento de soluções e produtos com impacto ecológico que apoiem as empresas nessa transição importante”, refere.

Máquinas de produção de almofadas de ar em plástico 100% reciclável

As máquinas de enchimento de almofadas de ar compostas por plástico 100% reciclável começam a sair da nova unidade de produção da Volt-e com destino a diversos pontos do país. “Uma solução que vem permitir economizar recursos e incentivar a reutilização, num mercado que habitualmente desperdiça quantidades desmedidas de plástico e papel para embalamento”, explica o responsável. Além de reduzir a quantidade de matéria-prima habitualmente utilizada para enchimento e recorrer a plástico reciclável, a Volt-e pretende incentivar as empresas portuguesas a tornarem-se autossuficientes na área do embalamento.

“A ideia passa por comercializar estas máquinas por todo o país de forma a tornar as empresas cada vez mais autónomas e sustentáveis, produzindo o seu próprio embalamento e reutilizando-o sempre que possível”, conclui. 

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