arte

O “Prémio A Arte Chegou ao Colombo”, criado durante a pandemia com o objetivo de apoiar artistas emergentes, tem a decorrer até 30 de novembro as inscrições  para a sua segunda edição e tem como tema “As Alterações Climáticas e Sustentabilidade”.

As dez obras finalistas vão ser exibidas numa exposição na Fundação D. Luís I e o vencedor, anunciado no final da exposição, vai receber um prémio monetário de 10 mil euros.

Aberto a todas as modalidades de artes plásticas e visuais, o Prémio destina-se a artistas emergentes, maiores de 18 anos, portugueses ou residentes em Portugal, com um trabalho expositivo não superior a 10 anos.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do site do Centro Colombo. As candidaturas serão avaliadas pelo Júri
constituído pelos representantes da Fundação Arpad-Szenes Vieira da Silva, da Fundação D. Luís I, do Museu Coleção Berardo, do Museu Nacional de Arte Antiga e do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, que selecionará os 10 finalistas, tendo em consideração a interpretação da temática, conjugada com critérios de originalidade, criatividade, técnica, entre outros.

Numa segunda fase, os trabalhos dos 10 finalistas vão dar forma a uma exposição aberta ao público na Fundação D. Luís I, em Cascais, em fevereiro de 2023. Cada finalista selecionado receberá uma verba de mil euros, acrescidos de IVA, para apoio à produção do trabalho a expor. O vencedor deste Prémio de Aquisição receberá uma verba de 10 mil euros, acrescidos de IVA.

Paulo Gomes, diretor do Centro Colombo, refere que “‘A Arte Chegou ao Colombo’ é um projeto pioneiro com mais de uma década que muito orgulha o Centro e a segunda edição do Prémio é um reforço do seu objetivo — não só a remoção das barreiras que tornam a cultura acessível a todos, como a de promoção de artistas nacionais, sobretudo os mais jovens, que têm assim uma oportunidade única de dar a conhecer o seu trabalho”.

Dedicada ao tema das alterações climáticas e da sustentabilidade, a segunda edição do “Prémio A Arte Chegou ao Colombo” conta com a parceria da Câmara Municipal de Cascais, da Get2C e da JCDecaux, e tem como embaixadoras Luísa Schmidt, socióloga e investigadora principal com habilitação do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa; e Cristina Ataíde, artista plástica premiada com várias obras em coleções públicas e privadas nacionais e internacionais.

O júri do Prémio é composto por:

– Emília Ferreira — Diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea

– Joaquim Oliveira Caetano — Diretor do Museu Nacional de Arte Antiga

– Mariana Bairrão Ruivo — Diretora e Curadora da Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva

– Rita Lougares — Diretora Artística da Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Museu Coleção Berardo

– Salvato Teles de Menezes — Presidente do Conselho Diretivo e Administrador-Delegado da Fundação D.Luís I

Artigo anteriorComo está Portugal em matéria de cidades inteligentes?
Próximo artigoMobilidade ativa de fora da proposta de Orçamento do Estado 2023, acusa MUBi

Deixe um comentário

avatar
  Subscribe  
Notify of