A Whoosh, empresa de micromobilidade partilhada que opera há cinco meses na cidade de Lisboa, revela que, desde o seu lançamento em julho, lisboetas e visitantes da cidade já percorreram 693.307 km nas trotinetes Whoosh, o que corresponde a cerca de 127 viagens entre Lisboa e Nova Iorque.
Com a ajuda de tecnologia integrada em cada e-scooter e desenvolvido pela marca, a Whoosh analisou as rotas mais percorridas na cidade e concluiu que a maioria das vias utilizadas durante este período temporal foram, entre outras, as localizadas na zona centro da cidade e vias situadas junto à frente ribeirinha.
Qual é o “top 10” das ruas/avenidas mais percorridas pelas e-scooters Whoosh?
Avenida da República, Avenida Fontes Pereira de Melo, Avenida da Liberdade, Avenida Almirante Reis, Rua Áurea, Avenida Infante Dom Henrique, Avenida da Ribeira das Naus, Rua da Cintura do Porto de Lisboa, Avenida de Brasília e Avenida Duque de Ávila.
A percentagem de viagens efetuadas para a realização de atividades diárias atinge um total de 75% (três em cada quatro viagens).
Em que é que são utilizadas as trotinetes: deslocações simples de casa para o trabalho, idas às compras mais acessíveis, ir ao ginásio, almoçar com amigos, ou até mesmo, dar um simples passeio.
De acordo com os dados analíticos da Whoosh, uma viagem demora em média cerca de 25 minutos. Ao nível de idade, aqueles que usufruíram de forma mais recorrente das trotinetes, situam-se na faixa etária dos 30 anos de idade.
Em termos práticos, de acordo com os dados da Whoosh, as trotinetes revelam-se o meio de transporte preferencial, no que se refere a deslocações realizadas para caminhos mais curtos, desde que a distância não exceda os 3-5 km.
Trotinetes devem conquistar mais espaço
Para João Reis, CEO da Whoosh Portugal, “O balanço dos primeiros cinco meses é bastante positivo e prova que as trotinetes devem conquistar mais espaço em Lisboa em detrimento do automóvel. O que nos diferencia, e que levou a uma adaptação por parte de quem usa as nossas trotinetes, é o estacionamento. Quem nos utiliza como meio de transporte só pode utilizar e estacionar os nossos veículos em parques, físicos e/ou virtuais, devidamente assinalados na app. Consideramos que esta é uma abordagem win-win para todos os cidadãos que não se identificam com o caos nas ruas e, claro, para o utilizador que sabe que naquele local terá sempre uma Whoosh à sua espera”.
João Reis acrescenta ainda que “esta foi e continua a ser uma abordagem inovadora e diferenciadora no mercado. E gostaria de reforçar que, para facilitar a forma de pagamento, e após análise de feedback por parte dos utilizadores, passámos a implementar Apple Pay”.