Cerca de 40.000 espetadores no Autódromo Hermanos Rodríguez, no ePrix da Cidade do México, recebem a primeira corrida da nova temporada da Fórmula E, com o novo Gen3 (nova geração do monolugar) e uma grelha com 22 pilotos.

O campeonato vai ser constituído por 16 etapas, a disputar entre janeiro e agosto de 2023.

Estas são as provas e as datas previstas (clicar para aumentar):

Em termos de equipas, há novidades: a Maserati, que faz o seu regresso às competições de monolugares após décadas, e a McLaren, que comprou a estrutura da Mercedes. Há ainda o regresso da equipa Abt, que, nos primeiros anos da categoria, corria em parceria com a Audi.

O Gen3, produzido pela francesa Spark, representa uma evolução técnica face ao anterior Gen2.

A terceira geração do monolugar da Fórmula E é mais rápida, potente e eficiente.

O Gen3 tem duas unidades motrizes, uma na frente e outra atrás. O Gen3 teve o peso reduzido de 900 kg para 760 kg e conta agora com um máximo de 350kW (476 cv) de potência, contra 250kW (340 cv) do Gen2.

O Gen3 pode chegar a 322 km/h e aumenta a velocidade máxima em mais de 40 km/h relativamente ao Gen2.

O Gen3 testará ao longo do ano pelo menos duas tecnologias que poderão vir a ser incorporadas nos futuros elétricos. Uma delas é a capacidade de travar, usando apenas os motores elétricos. O Gen3 é mesmo o primeiro carro de corridas do mundo sem travões atrás. O efeito da travagem atrás é cumprido pelo motor elétrico no eixo posterior, solução que permite economizar peso, o que, num veículo de estrada, melhoraria a autonomia.

Fabricada pela Williams Advanced Engineering, a bateria a ser utilizada em 2023 permitirá que os carros possam realizar pitstops de recarga rápida, o que deverá ser introduzido na Formula E na segunda metade da época. E esta é outra solução que pode, no espaço de cinco anos, vir a estar presente nos 100% elétricos de estrada, levando a que uma bateria possa ser carregada em cinco ou seis minutos.

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A capacidade de regeneração de energia também foi aumentada, de 25% para 40% da carga da bateria durante uma corrida. 

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Em termos de equipas, há novidades: a Maserati, que faz o seu regresso às competições de monolugares após mais de seis décadas, e a McLaren, que comprou a estrutura da Mercedes. Há ainda o regresso da equipa Abt, que, nos primeiros anos da categoria, corria em parceria com a Audi.

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Entre o pelotão está, novamente, o português Félix da Costa. Ele que foi o campeão da 6ª temporada, António Félix da Costa, foi garantido pela TAG Heuer Porsche no lugar de Lotterer na equipa alemã, em parceria com Pascal Wehrlein. Félix da Costa corre com o #13.

Os 22 pilotos que irão pelo título são estes (clicar na imagem abaixo para aumentar):

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Nuno José Almeida
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Nuno José Almeida

Só faltou explicar um pormenor. A motor dianteiro só serve para travar/regenerar, não serve como motriz.