Nestes 18 anos, a Voltalia conta já com um total de mais de 1.700 colaboradores estando presente em 20 países, em 3 continentes, o que lhe permite uma atuação a nível mundial. Hoje, a Voltalia tem uma capacidade de produção em funcionamento e em construção de mais de 2,7 GW e uma carteira de projetos em desenvolvimento que representam uma capacidade total de 16,1 GW, dispondo de cinco tecnologias que oferecem uma maior previsibilidade de recursos graças à diversidade de fontes de energia.

Desde a sua criação, tem vindo a desenvolver, construir e operar centrais de energias renováveis, para si e para terceiros, tanto em países mais desenvolvidos como nos países emergentes. É, portanto, através das suas atividades operacionais que a Voltalia contribui diariamente para o combate às alterações climáticas e para o desenvolvimento socioeconómico local.

Para João Amaral, Country Manager da Voltalia em Portugal, “Estes 18 anos foram de crescimento e de afirmação de uma necessidade premente, a de transformarmos o mundo tornando-o mais verde. Desta forma, queremos que a Voltalia seja o motor dessa transformação, continuando com a sua expansão e mantendo-se fiel a um dos seus valores fundamentais: a integridade. Somos um importante ativo no setor das energias renováveis, com a convicção de que a qualidade é um fator chave para os nossos clientes, fornecedores, acionistas, colaboradores, outras partes interessadas e, consequentemente, o sucesso da empresa. Em Portugal, a operação da Voltalia tem um impacto direto na pegada ecológica do país. Hoje, a pegada portuguesa é de 4,5 hectares por pessoa, contudo, o país apenas tem 1,3 hectares produtivos per capita”.

Em Portugal desde 2015, a Voltalia tem vindo a contribuir para o crescimento da energia verde e a redução da pegada ecológica no país, em todos os projetos para terceiros que desenvolve, como é o caso da construção para um terceiro da Central Solar do Cotovio, com 49 megawatt e 104 mil painéis solares instalados, ou do seu primeiro projeto de energia solar flutuante em Portugal, que será bastante inovador e mais um importante passo no caminho da sustentabilidade e transição energética. Tem ainda cinco projetos, inseridos no seu novo cluster português de pequenas centrais solares, o Complexo Garrido, cuja capacidade de produção totaliza os 50,6 megawatt, sendo que no país estes e outros projetos contribuem para um volume de negócios, no final de 2022, próximo dos 190 M€. No Complexo Garrido a eletricidade é vendida através de contratos de venda de longo prazo (PPA corporativos) com empresas que darão uso a esta energia. Desta forma, tornarão o seu consumo energético ainda mais verde, evitando a emissão de mais de 46.685 toneladas de CO2, a cada ano.

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