Cepsa da Ramada com carregador elétrico ultrarrápido

O Posto de abastecimento da Cepsa na Ramada Odivelas inaugurou o seu primeiro carregador elétrico ultrarrápido de 300 kW.

0
910

O posto de abastecimento da Cepsa na Ramada, Odivelas, está a partir de agora dotado de um carregador elétrico ultrarrápido, de 300 kW, possuindo tecnologia de ponta que permite carregamentos de curtos períodos (até 300km em 20 minutos).

Para utilizar a rede de carregadores da empresa (bem como a restante rede publica Mobi.E que conta com + 4.500 carregadores) basta ter instalada a App Cepsa Gow, que permite ganhar 2cts/kWh em saldo Gow, bem como beneficiar de outros descontos em loja, lavagem, e cashback em compras nas mais de 40 marcas parceiras do Clube Cepsa Gow.

Brevemente, qualquer cliente que utilize os carregadores ultrarrápidos poderá beneficiar de uma total comodidade no pagamento, graças à implementação de um terminal para cartões bancários, uma funcionalidade única no mercado português.

No âmbito da sua estratégia “Positive Motion”, a Cepsa estabeleceu como objetivo criar a maior rede de carga ultrarrápida da península ibérica, procurando contribuir para uma mobilidade mais sustentável. A Cepsa prossegue no crescimento da sua rede de carregamento elétrico, fundamental para alcançar um futuro mais limpo para todos.

“Ao instalar carregadores ultrarrápidos em Postos de Abastecimento estrategicamente localizados, tornamos possível a mobilidade elétrica de longa distância. Além disso, utilizam o Sistema de Carregamento Combinado (CCS), a norma europeia mais amplamente utilizada para os veículos elétricos atuais e futuros, que garante um carregamento fiável e seguro.”, defende a empresa.

O projeto de expansão da rede carregadores da Cepsa recebeu um empréstimo verde, concedido pelo Instituto de Crédito Oficial (ICO) no valor de 150 milhões de euros. Este empréstimo vem juntar-se ao financiamento de 150 milhões de euros concedido pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) no final de 2023.

Artigo anteriorPara uma transição energética mais justa: projeto-piloto da Gulbenkian vai ser replicado
Próximo artigoAutarquias têm de adotar práticas de turismo regenerativo